A lipoaspiração remove gordura, mas o contorno final depende da retração de pele, o processo em que o tecido se acomoda ao novo volume corporal. Essa retração não acontece sozinha: depende de estímulo ao colágeno e às estruturas do subcutâneo. Tecnologias de radiofrequência assistida, como o Quantum da plataforma Ignite RF, aquecem a pele por dentro com controle térmico e promovem contração no mesmo ato cirúrgico, com evolução progressiva por até seis meses.
Segundo o levantamento anual da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS), a lipoaspiração é a segunda cirurgia estética mais realizada no mundo, e o Brasil lidera o ranking global, com mais de 2,3 milhões de cirurgias estéticas por ano. Somando os procedimentos não invasivos, o país passou de 3,1 milhões de intervenções em 2024, e só a categoria lipoaspiração cresceu 36,8% nos quatro anos anteriores à pesquisa.
Esse volume trouxe uma exigência nova: previsibilidade. E o ponto menos previsível da lipo nunca foi a remoção da gordura, e sim o que acontece com a pele depois. Sem retração assistida, o paciente com flacidez moderada arrisca trocar gordura localizada por pele sobrando.
O tema já ganhou destaque na imprensa: o Blue Studio, do Estadão, publicou uma reportagem sobre a nova era da precisão na cirurgia plástica e o papel do Quantum RF na retração de pele após a lipoaspiração. Vale a leitura para entender o contexto clínico do que explicamos a seguir.
Retração de pele é o processo em que o tecido cutâneo se ajusta ao novo volume corporal após a remoção da gordura. Depende de colágeno, elastina e das estruturas do subcutâneo, e varia conforme a qualidade da pele de cada paciente.
A lipoaspiração não termina quando a cânula sai. A pele precisa encolher para acompanhar o novo contorno, e esse encolhimento é biológico: depende da capacidade do tecido de reorganizar fibras e produzir colágeno novo.
O problema é que essa capacidade não é igual em todo mundo. Os fatores que mais influenciam a retração de pele são:
Em pacientes jovens, com pouca gordura e pele elástica, a retração espontânea costuma bastar. Fora desse perfil, contar só com a resposta natural do tecido é aceitar a imprevisibilidade.
O Quantum RF é a ponteira de radiofrequência fracionada e pulsada bipolar do Ignite RF, com microeletrodos separados por placa de cerâmica de tecnologia aeroespacial e zona de ação de 1 cm³.
O Quantum RF entrega pulsos fracionados ultra rápidos de alta energia. Os microeletrodos bipolares ficam na ponta do aplicador, separados por uma placa de cerâmica com tecnologia aeroespacial, o que delimita uma zona de ação de 1 cm³. Na prática, energia concentrada onde precisa agir, sem espalhamento.
A ponteira está disponível em duas versões, escolhidas conforme a área e a delicadeza da região:
As duas fazem parte do Ignite RF, plataforma que reúne Quantum RF, BodyTite Turbo, FaceTite Turbo e Morpheus8 Burst em um só equipamento. O BodyTite Turbo traz cânula 50% mais potente e 40% mais longa; o FaceTite Turbo usa cânula rígida de 10 cm. O ponto comum é o controle automático das temperaturas interna e externa.
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Critério |
Quantum RF 10 |
Quantum RF 25 |
BodyTite Turbo |
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Área indicada |
Zonas pequenas e delicadas |
Zonas de tratamento maiores |
Grandes áreas corporais |
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Modalidade |
RF fracionada pulsada bipolar |
RF fracionada pulsada bipolar |
RFAL bipolar com cânula |
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Alvo |
Plexo subdérmico |
Plano subdérmico amplo |
Tecido mole e gordura |
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Acabamento da ponta |
Revestida de teflon |
Revestida de teflon |
Cânula 40% mais longa |
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Uso típico |
Face, papada, braços |
Abdômen, flancos, coxas |
Contração e hemostasia |
Modalidades do Ignite RF para contorno corporal e facial. A indicação é definida na avaliação médica.
Na lipo com retração de pele, a ponteira Quantum RF é aplicada pela mesma incisão milimétrica da lipoaspiração, logo após a remoção da gordura, para contrair o tecido e aderi-lo ao novo contorno.
O diferencial de associar radiofrequência à lipoaspiração é tratar a qualidade da pele de dentro para fora, não apenas remover o volume. O aquecimento controlado contrai as fibras de colágeno e dispara a produção de fibras novas. Como a energia entra pela mesma incisão, não há cicatriz adicional.
Na prática clínica, o caminho costuma seguir estas etapas:
A associação não é obrigatória em toda lipoaspiração e não elimina por completo a possibilidade de excesso de pele. Ela entra quando o cirurgião identifica risco de flacidez residual ou necessidade de refinamento.
Em uma lipoaspiração antes e depois com retração assistida, a contração inicial aparece nos primeiros dias, a produção de colágeno evolui nos meses seguintes e o resultado continua melhorando por até seis meses.
A expectativa de resultado imediato é o maior mal entendido do tema. A retração provocada no ato cirúrgico é real, mas é só a primeira camada. O que consolida o contorno é o colágeno novo, produzido aos poucos pelo organismo.
Cirurgiões que usam a tecnologia relatam ainda menos edema e equimoses no pós-operatório, com retorno mais rápido às atividades. O resultado final, porém, segue dependendo de planejamento e indicação correta.
O princípio atual não é entregar mais energia, e sim a energia certa, no plano correto e de forma uniforme. Estímulo excessivo contrai na hora, mas ao custo de mais inflamação e pior cicatrização.
Não. A lipoaspiração remove gordura, e a flacidez é um problema de sustentação da pele, ligado ao colágeno e à elastina. Com pele elástica, a retração espontânea dá conta. Havendo flacidez moderada, remover gordura sem tratar a pele deixa o excesso mais visível.
Não. O Quantum RF é minimamente invasivo: aplicado por pequenas incisões, com cânula e sob anestesia, em contexto cirúrgico. Para firmeza sem cortes, o caminho é a radiofrequência aplicada por fora da pele.
Na maior parte dos casos, a aplicação acontece uma única vez, dentro do ato cirúrgico. O que evolui depois é a produção de colágeno nos meses seguintes.
A avaliação considera histórico médico, medicamentos em uso, cirurgias anteriores, implantes e qualidade da pele. As restrições específicas devem ser confirmadas pelo cirurgião na consulta.
A decisão não sai só da comparação entre equipamentos. Grau de flacidez, gordura, excesso de pele, região tratada e experiência do médico pesam na escolha. Tecnologia mais potente não significa resultado melhor.
Remover gordura deixou de ser o desafio técnico da lipoaspiração. O desafio é o que acontece com a pele depois, e é aí que o controle térmico mudou o patamar da cirurgia.
A Skintec traz ao Brasil o Ignite RF, plataforma da InMode que reúne o Quantum RF 10 e 25, o BodyTite Turbo, o FaceTite Turbo e o Morpheus8 Burst em um único equipamento, com controle automático de temperatura para contração de tecidos moles.
Se a sua clínica atende lipoaspiração de alta definição, contorno corporal e rejuvenescimento facial, fale com um especialista Skintec e leve o Ignite RF para o seu centro cirúrgico.